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Como se preparar para uma boa pescaria Para a pesca, o ideal são dois ou três conjuntos de roupas leves (no peso), práticas e de secagem rápida. As de microfibra, suplex ou destroyer são imbatíveis. Para o descanso, leve roupas confortáveis e largas, principalmente para lugares quentes e úmidos. O sapato deve ter sola de borracha e ser fácil de retirar. Uma sandália que se prenda ao pé não pode faltar. Depois, separe a tralha, dimensionando tudo em função do porte médio dos peixes. Leve tralha de reserva, como uma vara pra a sua prática preferida (elas são as vítimas mais comuns de acientes) carretilha ou molinete, carretéis e linha. Os seus anzóis favoritos devem ser levados já montados com empate de metal ou em chicotes. Não carregue iscas em demasia. Em uma viagem é comum usar de quatro a seis modelos, especialmente quando já se sabe quais modelos funcionam. É melhor levar mais do mesmo tipo do que uma caixa com 400 tipos diferentes de iscas. Não transporte chumbada, evite o excesso de peso na viagem, solicite à pousada para providenciar. Se for dupla, pense em usar um tubo de varas para os dois. Divida linha de reserva e aquele lote de iscas extras infalíveis para a região. Facilite sua viagem e coloque seu nome e destino em seus pertences. Em caso de extravio, fica mais fácil saber onde você está. O resto, é aproveitar e fazer uma grande pescaria! Equipamentos Carretilhas ou Molinetes Molinete - tem um sistema de liberação da linha, que torna sua saída do carretel bastante livre. Por esse motivo, são melhores para o arremesso de iscas leves ou em situações em que o pescador necessita de arremessos mais longos, mesmo em condições desfavoráveis como vento. Carretilhas - o carretel controla a saída da linha, permitindo lançamentos precisos. Outro detalhe importante é o fato da linha entrar diretamente no carretel, sem fazer um ângulo de 90 graus, como acontece com os molinetes. Esse sistema direto de recolhimento de linha é mais eficiente, expondo menos a linha ao atrito, o que é melhor para as condições extremas de tensão, como a captura de peixes de maior porte. (Marcos Malucelli) A importância do arremesso Para não perder o peixe grande Quando se medem forças com um grande exemplar, ele costuma escapar em dois momentos cruciais da briga: na hora da arrancada, em que o peixe está com toda a energia e na hora em que o peixe se aproxima do barco. O momento do salto também aumenta as chances dele fugir. Nessa hora mantenha uma pressão na linha o suficiente para ficar um pouco tencionada. Dosar a força e tomar uma atitude na hora certa exigem conhecimento e experiência, que vai se adquirindo aos poucos (Lester). Pesque e solte As controvérsias sobre o pesque-e-solte não existem mais, pois diversos estudos atestam o sucesso desse processo. Uma prova disso é o livro lançado pelo CTPA?IBAMA com pesquisas realizadas com espécies brasileiras. Ele também ensina as formas corretas e as ferramentas adequadas para manusear o peixe. Hoje, a luta do pescador deveria ser o respeito aos tamanhos mínimos para abate, que dá chances aos peixes alcançarem o amadurecimento sexual e procriar, e a busca de se estabelecer uma medida máxima. Essa medida máxima garante que os peixes de boa genética consigam passar seus genes a futuras gerações de peixes e fazer com que o esporte cresca. |
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