Na Pousada Rio Xingu, você tem o apoio de
guias especializados e treinados.

Como se preparar para uma boa pescaria
Planeje a pescaria,  oriente-se sobre a região e materiais necessários. Pense nas roupas que vai usar para a viagem, para a  pescaria e para depois da pescaria.

Para a pesca, o ideal são dois ou três conjuntos de roupas leves (no peso), práticas e de secagem rápida. As de microfibra, suplex ou destroyer são imbatíveis. Para o descanso, leve roupas confortáveis e largas, principalmente para lugares quentes e úmidos.

O sapato deve ter sola de borracha e ser fácil de retirar. Uma sandália que se prenda ao pé não pode faltar.

Depois, separe a tralha, dimensionando tudo em função do porte médio dos peixes.

Leve tralha de reserva, como uma vara pra a sua prática preferida (elas são as vítimas mais comuns de acientes) carretilha ou molinete, carretéis e linha.

Os seus anzóis favoritos devem ser levados já montados com empate de metal ou em chicotes.

Não carregue iscas em demasia. Em uma viagem é comum usar de quatro a seis modelos, especialmente quando já se sabe quais modelos funcionam. É melhor levar mais do mesmo tipo do que uma caixa com 400 tipos diferentes de iscas.

Não transporte chumbada, evite o excesso de peso na viagem,  solicite à pousada para providenciar.

Se for dupla, pense em usar um tubo de varas para os dois. Divida linha de reserva e  aquele lote de iscas extras infalíveis para a região.

Facilite sua viagem e coloque seu nome e destino em seus pertences. Em caso de extravio, fica mais fácil saber onde você está.

O resto, é aproveitar e fazer uma grande pescaria!

Equipamentos
É muito importante ter um equipamento de qualidade dispor da melhor tralha que pudermos adiquirir é fundamental para minimizar as possíveis frustações nesses momentos especiais. Vale ainda salientar que uma tralha bem balanceada proporciona conforto e, que nem sempre o material mais adequado é o mais caro e que nem sempre teremos sucesso com equipamentos de baixa qualidade.

Carretilhas ou Molinetes
Para melhorar o seu desempenho, o bom pescador pode tirar vantagem das melhores caraterísticas de cada um.

Molinete - tem um sistema de liberação da linha, que torna sua saída do carretel bastante livre. Por esse motivo, são melhores para o arremesso de iscas leves ou em situações em que o pescador necessita de arremessos mais longos, mesmo em condições desfavoráveis como vento.

Carretilhas - o carretel controla a saída da linha, permitindo lançamentos precisos. Outro detalhe importante é o fato da linha entrar diretamente no carretel, sem fazer um ângulo de 90 graus, como acontece com os molinetes. Esse sistema direto de recolhimento de linha é mais eficiente, expondo menos a linha ao atrito, o que é melhor para as condições extremas de tensão, como a captura de peixes de maior porte. (Marcos Malucelli)

A importância do arremesso
O arremesso preciso é o primeiro passo para fisgar o peixe, especialmente quando pescamos com artificiais, e para o pescador alcançar a maestria ele tem que treinar. Uma excelente forma para se iniciar são os cursos especializados. Atualmente existem bons instrutores, com uma boa metodologia e didática. Caso o pescador não queira participar de um curso, é muito importante começar a treinar, em um gramado ou piscina, com um amigo que já tenha noção. Isso ajuda o pescador a corrigir seus movimentos (Fábio Zurlini) . Curso: www.flycast.com.br e magic fishing school.

Para não perder o peixe grande
Quanto mais pressa se tem em colocar a mão no peixe, maior é a chance dele escapar; isso acontece porque, quando se força um peixe, a boca dele pode rasgar, afrouxar o local onde o anzol está cravado, abrir garatéias ou arrebentar a linha.

Quando se medem forças com um grande exemplar, ele costuma escapar em dois momentos cruciais da briga: na hora da arrancada, em que o peixe está com toda a energia e na hora em que o peixe se aproxima do barco.

O momento do salto também aumenta as chances dele fugir. Nessa hora mantenha uma pressão na linha o suficiente para ficar um pouco tencionada.

Dosar a força e tomar uma atitude na hora certa exigem conhecimento e experiência, que vai se adquirindo aos poucos (Lester).

Pesque e solte
A cada dia os cardumes estão diminuindo em nossos rios e mares e o ato de pescar e soltar não é somente ecológico, mas uma autoproteção para quem gosta de pescar.

As controvérsias sobre o pesque-e-solte não existem mais, pois diversos estudos atestam o sucesso desse processo.

Uma prova disso é o livro lançado pelo CTPA?IBAMA com pesquisas realizadas com espécies brasileiras. Ele também ensina as formas corretas e as ferramentas adequadas para manusear o peixe.

Hoje, a luta do pescador deveria ser o respeito aos tamanhos mínimos para abate, que dá chances aos peixes alcançarem o amadurecimento sexual e procriar, e a busca de se estabelecer uma medida máxima.

Essa medida máxima garante que os peixes de boa genética consigam passar seus genes a futuras gerações de peixes e fazer com que o esporte cresca.
(Pepe Mélega).
(Fonte - Revista Pesca e Companhia - abril/2007)

 

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